No país do Hopi Hari

Em meados de outubro, fiz uma viagem relâmpago à Sampa, especialmente para levar meu pimpolho paulista a sua primeira curtição em um parque de diversão. Fomos ao Hopi Hari, parque temático que é considerado o maior parque de diversão da América Latina. Tudo bem que durante nossa estada na cidade, foi só chuva…mas, afinal, sem garoa, São Paulo não seria São Paulo, não é mesmo?…rsrs

Crédito de imagem: Veja São Paulo

 
Algumas pessoas sempre me perguntam onde fico hospedada em Sampa. Bem, se você é como eu e não gosta de causar “transtorno”, pedindo abrigo em casa de amigos ou parentes, então, procure um dos inúmeros hotéis, que a terceira maior cidade do mundo tem a oferecer. Também existem vários albergues, mas, infelizmente, eu ainda não tive a oportunidade de vivenciar esta experiência. No meu caso, procuro sempre hotéis das bandeiras Accor Ibis ou Fórmule 1. São confortáveis e oferecem serviços e preços acessíveis. No Ibis, por exemplo, já me hospedei em vários endereços. Inclusive no interior de SP. No entanto, desta vez optei pelo Fórmule 1, na rua da consolação, no centro da cidade.
 
Se você vai à São Paulo sem carro, a dica é se hospedar próximo a alguma estação de metrô, para facilitar sua locomoção na cidade.
 
Uma vez instalados, lá fomos nós para o Hopi Hari de Hopi Bus (transporte próprio do parque), que, na ocasião, nos apanhou na rua Haddock lobo, uma das muitas travessas da Av.Paulista. E, detalhe, a manhã era de muito frio e de muita chuva. Kkkkk.
 
Chegando no parque, primeiramente, demos uma volta para reconhecimento do lugar. Já que eu e Gabriel estávamos ali pela primeira vez.
 
Criança é um sarro mesmo, diverte-se de qualquer jeito, faça chuva ou faça sol. E pela alegria, certamente, o Gugu estava achando que se encontrava na Disney..kkkk. Looping, brinquedo muito louco que vai de frente e volta de costas, que medo!!
 
Por outro lado, eu e minha irmã, que, por sinal, também estava conosco…
 
Sabe o que acontece quando a gente estuda Turismo e Hotelaria? Não há como não enxergar os erros e acertos do Trade Turístico. A gente acaba reparando em tudo. E, neste caso, choveram críticas!!! Achamos o parque bem caidinho…rsrs. Muitos brinquedos estavam parados, em pleno domingo, para manutenção. Alguns, bastante mal cuidados. Os banheiros, sujos. Funcionários desmotivados. Alimentação ruim e muito, muito cara. Ugh! Ficamos pensando como um parque daquele porte podia estar naquelas condições?

A roda gigante ao fundo estava em manutenção...lamentável, único brinquedo que desejei brincar..rsrs

 
Levando em consideração que São Paulo já foi escolhida para sede da primeira partida da Copa do Mundo de 2014, chego à triste conclusão de que, provavelmente, outros turistas vão se deparar com este tipo de serviço, caso desejem visitar o parque .
 
Mas, como, para criança, tudo é festa, o Gugu, coitadinho, se divertiu à beça: brincou no carrinho de bate-bate, rio-bravo, splash, saloon show, chapéu mexicano, teatro de Caminda, jogos eletrônicos, barco no mar revolto, simuladores e muitos outros brinquedos. Como o parque estava praticamente vazio, não havia filas para os brinquedos, o que foi consolador …rsrs. Claro que o moleque não teve coragem de andar na montanha-russa e tão pouco de encarar os monstros na “Hora do Horror”. Seria muita adrenalina para o coraçãozinho dele.
 
Tudo isto, é claro, na companhia da tia coruja (minha irmã), sabe por quê? A mamãe, aqui, é péssima companhia em parques de diversões…kkkkk. Sou uma medrosa e avessa a brinquedos radicais. Apesar disto, devo confessar que gostei bastante do passeio. Especialmente, ao final do dia, quando finalizamos curtindo uma baladinha de encerramento, entitulada “Festa do horror”, em comemoração aos 10 anos da “Hora do horror” no Hopi Hari.

Crédito de imagem: site Hopi Hari

 
A curtição foi ao som de muita música eletrônica, vejam aí. Toca DJ!!!!!
 
E os próximos posts também continuam com mais passeios em Sampa!
 
*by Clí Santos